Bem sei que já o coloquei aqui (às tantas mais do que uma vez). Não é novidade, é um postal cliché.
Sucede que ao chegar a casa o Nuno passou-o na aparelhagem para ouvirmos uma vez mais.
Há 34 anos leio e oiço o poema Tabacaria, do heterónimo Álvaro de Campos, cada vez de modo diferente.
Hoje ecoou a pranto de muitos, ao meu, ao nosso.