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19/05/2022

Fernando Pessoa


Bem sei que já o coloquei aqui (às tantas mais do que uma vez). Não é novidade, é um postal cliché.


Sucede que ao chegar a casa o Nuno passou-o na aparelhagem para ouvirmos uma vez mais.


Há 34 anos leio e oiço o poema Tabacaria, do heterónimo Álvaro de Campos, cada vez de modo diferente.


Hoje ecoou a pranto de muitos, ao meu, ao nosso.