Decidi neste fim-de-semana abrir comentários nas Comezinhas. Não o faço agora por não estar com paciência no momento para ver as definições e configurações. Preguiça. Espero não mudar de ideias. Não é que preveja que existam muitos, sequer vários comentários. Aliás, ao longo destes três anos foram poucas as mensagens na respectiva caixa colocada na banda lateral direita, como são pouquinhos os leitores. Explicar que isto não é vitimização ou pedinchice, mas tão só vontade de ser rigorosa em vez de lírica ou palerma enaltecendo-me à toa como está na moda e reconhecida gratidão aos poucos que se dão ao trabalho de ler as minhas patetices com apontamentos esparsos de sensatez, é tempo perdido, mas ainda assim fica registado o que seria escusado.
Quanto aos que acham obrigatório (não sei se do ponto de vista moral, estou por descobrir) abrir comentários nos blogues, digo apenas que Deus nos livre dos puros doutrinários do pluralismo. Têm sido sempre os mais tiranos, os que baseiam a vida na lei do mais forte, os que mais impõem os seus apetites e preconceitos aos demais e os que mais distorcem a liberdade em seu favor, ainda que façam tudo isto dissimuladamente.
Nego-me a fazer parte ou mimetizar tribos que vendem falsa imagem de perfeição, continuarei a admitir que lido mal com o contraditório: sou um poço de defeitos.
Abrirei comentários por me apetecer. Também por respeito ao punhado de gente que por aqui vai passando, em cujos blogues deixo comentários, não me parecendo justo não dar a oportunidade de se quiserem, palpitar. Naturalmente possibilidade extensível a todos.
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Adenda: afinal já estão abertos. Foi muito rápido.