O Livre apresentou esta segunda-feira um pacote de propostas e alteração ao Orçamento do Estado para 2022 no qual aposta em medidas incluídas no seu programa eleitoral, como a semana de quatro dias de trabalho, mais incentivos à utilização de veículos de baixas emissões e o programa 3C – Casa, Conforto, Clima, no Público.
Sublinhado meu.
Votos para que a medida vá fazendo o seu caminho. É possível até que o faça, ainda que lentamente. Atentos os factos da medida já estar pensada em termos globais (e nestas coisas interessar pouco a riqueza de cada país mas a zoeira universal dominante) e de em Portugal não estar a ser proposta pelas esquerdas tão bem amadas até há seis meses e proscritas nos últimos quatro - quem com ferros mata, com ferros morre -, para gáudio de tantos que invocando a democracia e a liberdade para as condenar ajudam a enterrar cada dia mais e mais estes valores - repito, quem com ferros mata, com ferros morre.
Esta proposta vem da mui querida Esquerda do momento, aquela que tem boa imprensa. Está por isso abençoada e isenta de pecado. Além do que, se bem me lembro o nosso ilustre Primeiro-Ministro (esse genial e tão admirado estratega político) já a tinha adiantado. O que é carimbo último de garantia de bondade da medida e do apreço pelos portugueses.
Amém.