Ainda a manhã vai a meio e já me apetece relatar detalhes ocorridos. O da aplicação para conferir horário dos autocarros ter deixado de funcionar – acontece sempre que o céu está nebulado –, de ter instalado outra que nunca dá informações correctas e a consequência inevitável de me ver obrigada a correr entre duas paragens para conseguir apanhar o que passou primeiro (ontem a D. L. veio ter comigo à paragem – o que me comoveu por perceber uma vez mais como é boa pessoa - para me trazer o telemóvel deixado em casa e desabafou que eu andava muito ligeira, claro, estou habituada a andar a correr atrás dos autocarros). O de me ter esquecido dos auriculares em casa e de prevenida ter outros na empresa, sem grande qualidade. O que não posso passar é sem a orelha direita serenada, hoje por Ennio Morricone. E, por fim, o de hoje nas habituais conversas profissionais por teams, uma colega me ter proposto usar a câmera já que ainda não nos conhecíamos, prevenindo ela que naturalmente estaríamos de cabelos despenteados. Ora, quando vejo a sua imagem, além de cabelo bem tratado e perfeitamente alinhado, vejo-a maquilhada de modo exemplar. Já eu estava, como sempre, com o cabelo castanho esbranquiçado desalinhado e em pé, cara lavada sem qualquer laivo de maquilhagem. A pobre da colega nunca mais vai ser a mesma, do susto que apanhou.