Alinhas em poucas palavras uma dúvida existencial. Será que o que te é simples e imediato não tem valor? Da facilidade do correr da pena corresponderá a banalidade ou o desprezível? Estará na dificuldade o préstimo das linhas que escreves? O expelido sem esforço de pesquisa ou maior reflexão recente será indesejável?
Há muito que não te empenhas e quando o fazes o resultado não é especialmente brilhante – tudo fica plástico, ou quase. Valerá a pena dizeres o que pensas prescindindo da maioria dos filtros de amabilidade com o respeitável para a maioria?, deixando funcionar apenas os filtros do bom senso? Será isto que as doutas figuras que se exibem no espaço público menosprezam apelidando de conversa de café? Nascerá a luz da elaboração, ou será a escuridão?