Início de tarde dedicada às plantas.

Primeiro passo: ir ao chinês comprar um vaso de 40cm de diâmetro e com maior altura para que a japoneira possa expandir as raízes, que ocupam todo o espaço actual. Uma vez em casa catar na caixa de ferramentas as duas verrumas da Eca. E perfurar o fundo do vaso.



Depois preenchê-lo com a terra: em baixo a que estava há mais tempo cá em casa e que não me parece de grande qualidade. Nela vai assentar o cilindro com a japoneira e toda a terra retirada do antigo pote. Usei o conjunto de cozinha à falta dos utensílios de jardinagem próprios – evitei sempre comprar para não ter mais quinquilharia, mas não vou resistir à tentação de o fazer e acrescentar aqueles jarros bonitos do Ikea.


Para que a japoneira saísse em bloco com todas as raízes e terra junta, bastou usar o garfo ao longo da parede lateral. Depois de pousada na terra a 1/3, despejei os 11 litros de substracto universal, mas não cobriam integralmente o cilindro. Por isso, abalei novamente e fui ao Continente comprar mais 11 litros, aproveitando para completar alguns vasos fanados.

Entretanto a antiga japoneira jazia noutro pote, seca que dava dó. Tirei o esqueleto, abri um buraquito e enfiei lá o resto da pequena roseira – daquelas que dá rosas minúsculas e que o Ritz me fez o favor de comer e estragar. A ver vamos se ela vai gostar do ar livre e se vingará.
