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02/08/2021

Roman Protasevich

A propósito da atleta bielorrussa que pediu asilo, e que parece estar em vias de o vir a obter na Polónia, lembrei-me do caso Roman Protasevich (e Sofia Sapega): depois de preso e torturado foi recambiado para prisão domiciliária, tal como a namorada, face às pressões internacionais – nomeadamente de interdição do espaço aéreo e aeroportos da União Europeia às companhias de aviação da Bielorrússia. Após ter visto uma conta do Twitter cancelada (?) – pergunto-me a razão – tem vindo a responder naquela rede social a perguntas sobre a detenção e as condições da prisão domiciliária começando por negar no início do mês passado ter sido torturado. É um novo mundo, este.


Entretanto, Oleg Galegov, o controlador de tráfego aéreo que deu ordem para que o avião da Ryanair aterrasse na Bielorrússia, cujo testemunho é fundamental, desapareceu do radar, havendo quem considere que abandonou o país e se refugiou no Ocidente.