

E cá estamos a relaxar - chiu, não contem a ninguém. A casa de hoje é quase em frente à entrada do Botânico, zona que aprecio apesar de acreditar que seja das que mais regista assaltos por esticão no Porto.
E assim passa meia horita a imaginar acordar ao fim-de-semana, ir dar um giro no Jardim e tomar café na Confeitaria Botânica – que não tem outra graça que não seja a de ter sido o ponto do encontro dos meus pais quando na faculdade e o local onde algumas vezes tomei o pequeno-almoço - café e torrada - com o meu pai em dias de exames na altura em que eu mesma andava na faculdade; digamos que é coisa que passou de geração. Além do que gostei mais tarde de lá ir pontualmente com o Nuno ao fim-de-semana enquanto vivi por perto.



Ficam as fotografias com o pormenor de agora incluir a casa de banho, cuja remodelação me agrada. Não podem acusar este blogue de não arriscar. Aqui revela-se de tudo quanto não é costume: dos restauros de sistema dos computadores aos banhos com janela - coisa que adoro, por me transportar a criança e à grande janela a dar para as tílias do lado nascente do terreiro.
E pronto, está na hora de acordar: apesar de ser um apartamento dos anos 80 não tenho o vil metal para o comprar. O que vale é que a internet tem sempre anúncios para ver. Daqui a uns dias sonho com outro.