No quadro de lousa.
- Incinerada, incinerada, incinerada, incinerada, incinerada, incinerada, incinerada, incinerada, incinerada, incinerada.
- Talibãs, talibãs, talibãs, talibãs, talibãs, talibãs, talibãs, talibãs, talibãs, talibãs.
Devia escrever 100 vezes cada uma, mas fico-me pelas 10. Isto porque descobri erros nos postais anteriores. Deve haver mais, mas ao menos estes corrijo. Por falar em talibãs (plural de talibã), no Público optou-se pela estranha fórmula "taliban", ou seja, pelo inglês. Será medo ou esquecimento do português?
Há 24 anos um distinto diplomata, já desaparecido, desabafou-me o quanto o irritava a designação "palestiniano" usada nos jornais. Como se palestino não chegasse. Perdeu essa batalha.
Mas voltando aos erros e gralhas das Comezinhas, não me valendo a professora primária ou almas caridosas e tendo grandes reservas no corrector ortográfico disponível, vou relendo o que escrevo para intuitivamente tentar (tentar, sublinho) não deixar grandes vergonhas - isto faz lembrar gente próxima de outros tempos que depois de fazer as contas na máquina calculadora, tirava as teimas fazendo-as à mão nas agendas anuais (sim, aquelas onde se assentavam diariamente as despesas; um outro mundo). Às vezes, dou pelas gralhas e erros horas ou dias depois e toca a corrigir. Enfim, que embrulhada aqui vai, o que vale é que faço a festa, atiro os foguetes e apanho as canas. É o que dá ter os neurónios a tinir violoncelos de Bach.
Só mais uma coisinha e já vos deixo em paz: não sei se repararam mas usei o verbo 'assentar'. Mais um termo em desuso. Isto já é missão. Agora ide em paz (assusta, não assusta?), deve haver muito mais interessante para fazer.