É verdade. Sou de ideias fixas. Ando a ouvir isto há dias em loop. Vezes sem conta. Hoje ao vir pé para a empresa, como de costume, ouvia-a quatro ou cinco vezes.
Coisas (muito) simples. Este homem tem 73 anos e esta boa onda incrível. Os cheios de si, os que gostam de dar lições de sapiência abertamenta ou de forma enviesada fazendo-se passar por bem-intencionados, tratar os outros de cima da burra ou com condescendência como se fossem modelos a seguir, bem podiam perceber a simplicidade da vida.
Para acompanhar a manhã de trabalho depois disto vou colocar um qualquer best of de música clássica. Ah, horror dos horrores: que falta de critério. Os suores frios por falta de tretas de catalogação e etiqueta para exibir erudição por quem não compreende um chavo de música (ou do quer que seja), mas gosta elencar e perorar para dar o ar.
A boa disposição reina. Aos de bem com a vida que me dão o gosto de passar por cá: desculpem as farpas, mas é mais forte do que eu. Já sabem: é o mau feitio habitual com que mantenho as Comezinhas sempre nos antípodas da glória. Como devem estar.
Bom dia, alegria.
Adenda. Ouvindo um best of de Bach, ou melhor: do trombudo, que é como é conhecido lá em casa.