E lá foi a semana de férias. Passei várias horas no primeiro e no último dia a reler entradas “antigas” do blogue – absurda falta de noção do que é antiguidade, é o que é. O que originou um estado de espírito entre o absorto e o aparvalhado. Não fiz saídas com programa que havia pensado. Resolvi algumas questões burocráticas e deixei outras por tratar. Estive mais por casa. Declinei convites para sair. Limitei-me a uma manhã de compras e duas tardes de passeatas a pé. Jantei fora de casa apenas uma vez. Descansei bastante. Dormi fora de horas. Voltei a lembrar-me dos sonhos como não acontecia há meses – prova que o cérebro descansou. Li algumas coisitas, mas protelei leituras e visualizações que preciso fazer. Escrevi a bequinha que se viu. Não preenchi os dias a planear mudar de vida, como é habitual em férias ou em tempo de descanso.
Por agora foi isto. Daqui a um mesito terei uma ponte e daqui a dois meses as férias de 10 dias. Não está mau.