Às vezes acordo com dúvidas existenciais e pergunto-me a direito: para que servem as entrelinhas e as leituras nas entrelinhas das meninas e meninos mais ou menos ressessas/os? Para reservar o que é reservado? Para combater a podridão? Para cultivar o que é justo e razoável? Ou pura e simplesmente para aldrabar os incautos e produzir intriga sobre intriga? Para ludibriar e burlar? Em manifestações de esperteza saloia.
Ah, cultivar o nobre silêncio e a digna discrição podem ser tão convenientes a quem engana e causa dano.
Cautelas e caldos da galinha nunca fizeram mal a ninguém.
Deixo as linhas precedentes à consideração de quem se passeia nestas andanças nunca simples nem lineares.