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16/05/2023

Best of

Oh, horror dos horrores: os best of. Tão fora da corrente dos contra-clichés das cabecinhas que querem passar a imagem de entendidos na matéria, de sofisticação e só se conseguem mostrar pacovice e presunção. Desculpem as palavras azedas, mas são tão necessárias para contrapôr ao mundo da aparente erudição, neste país de auto-promovidas elites cada vez mais provincianas. Cada vez mais balofas.


Pois, hoje é best of mesmo. Três horas e meia de Nina Simone. Foi a minha banda sonora da tarde de ontem para trabalhar. E vou repetir hoje para desmame do slow rock da semana passada. Voltando ao realismo. Voltando ao meu chão.