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11/11/2023

Diário

Acordei cedo. Fiz sorna, brinquei com o gato e deixei-o ir comer as plantas da varanda, como é costume ao fim-de-semana. Dei um arranjo à casa, tratei das roupas. Liguei o computador e li entradas ao acaso. Fomos à rua jogar pela primeira vez o eurodreams - não tenho jogado euromilhões nem outros jogos deste género; é quanto poupamos. Para o almoço cozi uma dose tortelinni fresco com ricotta e espinafres. Li a resposta a um dos vários emails que mandei no início da semana relativo a assuntos importantes - se tudo correr bem hei-de dar nota cá no blogue mais daqui a meio ano ou mais tempo. Estive com a minha mãe - veio para as leituras e conversas com o Nuno. Liguei ao meu pai - fiquei a par e dei novidades. Dormi parte substancial da tarde. Estava cansadita. Fiz o jantar muito rápido: açorda de pão de trigo (ontem deu-me para comprar pão diferente) com refogado de pedacitos de carne de porco. E daqui a pouco vou forçar-me a ler um ou dois capítulos do livro no activo. Estou com preguiça. Se não me impuser, fico a deambular na internet (o que nem sempre é mau, ou pouco profícuo) e a pensar na morte da bezerra.


Há pouco ponderei no regresso as séries “O que é esta segunda-feira?” e “Moralidades à quinta-feira”. A hesitação resulta da preguiça e da pouca vontade em comprometer-me com obrigações.


Tenho de limpar o Ambiente de Trabalho do computador. Está uma confusão e isso chateia-me. Detesto desarrumo. Depois de ler, talvez volte ao computador e organize isto. E escreva - parece-me mais difícil hoje, estou sem vontade. Logo se vê. A noite é uma criança.


Hoje calhou assim – um diário sem divagações.