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15/07/2022

Diário

Hoje fecha a primeira das mais trabalhosas semanas que se anunciam até meados de Agosto. Há pouco tempo para escritas. Notou-se no abrandamento do ritmo (um tanto alucinante) com que vou escrevendo nos últimos meses. Tudo tranquilo. A semana abriu com o festejo do aniversário do Nuno e a presença surpresa (para o pai babado), desembaraçada e alegre da minha enteada. Acabou o curso de enfermagem há oito dias, tenciona começar a trabalhar em meados de Setembro. Antes vai para o laréu como bem merece depois de quatro anos de empenho sério. Sempre a abrir como é próprio de uma rapariga despachada e trabalhadora. Figas para que corra tudo bem.


No resto da semana o foco esteve nas tarefas habituais do escritório, no calor, nas inefáveis consultas no dentista (ainda falta tanto para tirar esta coisa transparente dos dentes, mas começa a dar resultado, o que juntamente com o peso perdido me está a devolver imagem aproximada do que fui, para gáudio dos meus pais), nas usuais correrias de autocarro, esta semana com a novidade de vir apinhado de crianças saídas da praia. E no adiar de dia para dia da intervenção do canalizador (picheleiro, no Porto) para pequenos arranjos imediatos em casa e orçamento da obra de Setembro. Se não voltar a faltar, virá hoje. Ao longo das últimas semanas dou por mim a pensar que nunca mais é fim de semana para ir nadar. Pegou.


Não há tempo para o desenvolvimento de notícias, mas apenas para a passagem de olhos rápida pelas gordas. Quer dizer, até seria capaz de arranjar uns minutos para isso, a verdade é que não estou para aí virada. Porém não escapa, ainda que protelada para mais tarde, a leitura do punhado de blogues que vou acompanhando e dos alertas que recebo por WhatsApp.


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Depois de sonhar com um prego grande, o que me fez recordar os longos dias de praia em criança, com vários divertimentos e entre eles o tradicional jogo do prego, hoje acordei às 6h30. Comecei a manhã a ouvir o concerto da Zaz pela enésima vez. Reguei as plantas na varanda. Agora ao almoço vi que a rosa abriu completamente. Decidi adiar a toma da injecção de vitaminas para amanhã, já que não me apetece gastar o resto da hora de almoço à espera na farmácia, sempre demorada. O tempo que sobrou ficou para este registo de insignificâncias uma vez mais em jeito de livro aberto. O dia-a-dia comezinho.