Pesquisar neste blogue

24/07/2022

Diário

Ontem foi Sábado. Começo de manhã de arrumação da casa seguida de breve ida ao supermercado. Almoço leve e natação logo a seguir. A melhor hora escolhida até agora. Pouca gente a nadar, sem aulas e chinfrim de música medonha a decorrer. A tarde passada em casa com a T., amiga há 35 anos. Conversa em dia, muitas notícias do remo, da vela. Muito trato do comezinho de parte a parte. De permeio o café do meu pai. Ao jantar veio também o P., pimpolho da T., que fui vendo crescer. Agora perto de fazer 18 anos. Sai à mãe na atenção a todas as minudências e na tranquilidade do trato mesclada com a exuberância visual: rastas, piercing argola no nariz e algumas unhas pintadas. Um doce de miúdo. O Ritz aproximou-se à primeira dos dois, coisa rara. Os gatos apreciam o tom de voz baixo e pouco estardalhaço. Ajuda também a smooth, que ligo sempre em suave volume quando recebemos alguém.


Ficou apalavrado jantar em casa da T. para final de Agosto dos quatro da vida airada. O C., o P., a T. e eu éramos um pequeno grupo de amigos da adolescência, bem esdrúxulo. Há anos não nos encontramos todos juntos. Os jantares acabam sempre a dois ou três, mais aderentes. A última a furar a reunião fui eu sem saber por ter saído em emergência para Almada - o C. ia fazer a surpresa de nos juntar aos quatro. 


Posso ter momentos maus e críticos, mas há dias bons. Passados, presentes e futuros. Tão simples.