O balão enche. Enche e ganha forma gigante e vaidosa quando passa horas de solidão a ler, estudar, trabalhar, pesquisar online, ver filmes e séries, devanear com sonhos e ambições, enfim, a atafulhar-se de argumento. E puf: esvazia-se e quase sai disparado pela janela aberta num divertido suicídio de desenho animado ao envolver-se com os outros, ao tomar consciência da emoção e razão - da realidade comezinha.