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Partiu-se o meu talismã. A tragédia entrou em casa. Não sei que faça. Talvez acabar com a própria vida para figurar num romance ou no quadro mental de debilóides sem mundo que se tomam por intelectuais - é o meu sonho de vida, agradar a essa gentalha, na qualidade de tonta deslumbrada susceptível à agressão externa.
É. As modas, a cobardia e a falsa voz do bom senso aconselhar-me-iam a dizer o que tenho a dizer através do método usado pelos manipuladores - cinismo, pseudónimos e indirectas dissimuladas - para não sofrer as consequências, isto é, ser malquista. Considerada conflituosa num mundo aparente cheio de gente bem-intencionada. É de tudo isto que quero distância por saber quão nojento é esse mundo cobarde dos ataques às escondidas ou por indirectas e refugiado na sugestão da mania da perseguição dos alvos de ataque.
Pago o preço de ser considerada rude e burra pelos distraídos. Deixo a cobardia para os cobardes.