A técnica do(s) impostor(es) que escreve(m) sob múltiplos pseudónimos ora masculinos ora femininos: criar uma qualquer situação que sensibilize pelo (falso) sofrimento um qualquer utilizador de espaço online. Tentar sacar informações que possa usar exactamente como fazia há duas décadas. Fazer recall dos emails enviados (ou eliminá-los meses depois) para não deixar provas. Ir gerando perfis para diversão mostrando-se doce e afável e de quando em quando atacar nos blogues apagando os próprios comentários em blogues alheios.
Nos jornais e blogues ou caixas de comentários dos ditos sob pseudónimo ou anonimato representar papel de imbecil exagerando e deturpando argumentos válidos no intuito de os esvaziar de seriedade e assim descredibilizar quem os defenda com sensatez. Fazer política deste modo rasteiro. Criar perfis femininos destemperados ou desequilibrados no intuito de diminuir as mulheres. Usar tipos de escrita diferentes para o efeito.
Criar sob pseudónimo metros de escrita melodramática e medíocre com o intuito de deixar obra marcante. Deixar a salvo a escrita identificada.
E anda o Ministério Público preocupado com o uso das receitas do orçamento dos partidos para agradar a esta clientela. É este tipo de gente que conspurca os interstícios do poder estando lá ou cá fora a tecer as vidas videirinhas. Vive em matilha, medrou nas redes de poder a trepar com artimanhas de matarruano, que nunca deixou de ser, e com o uso criminoso da tecnologia. Com palmadinhas nas costas e elogios dos amigalhaços bem sucedidos que acham piada ao género.
Toda a estratégia passa por fragilizar os alvos dos ataques, fazendo-os parecer na reacção naturalmente pouco amistosa: ridículos, ressabiados e agressivos. Odiosos aos olhos de quem passa. Ou pelo menos desfasados da realidade.
Sempre que pensas neste indivíduo com quem tiveste o azar de te cruzar há mais de duas décadas, quando criou um dos seus “bonecos”, lembras-te de Duarte Lima. Nada tem a ver com ele. Mas está ao mesmo nível de ambição e perversidade e deve achar que amedronta. Pior. Roça a psicopatia que aliás se vislumbra no olhar. Inspira, como não podia deixar de ser: asco.
E é assim. Vives a vida normal, mais feliz do que infeliz e, pretendendo manter espaço aberto online, com este empecilho preso ao tornozelo, que às vezes encanita como aqueles cães pequenos que ladram, ladram e não largam - e já te fez ser injusta com outras pessoas pela necessidade de estares sempre alerta para nova investida dissimulada. Em certas ocasiões na melhor das intenções - talvez no desejo de um ponto final menos feio no assunto - pões a hipótese do cenário não ser tão medonho. Pões a hipótese de ser doença. Puro engano. Não há desculpas que possam justificar tamanha canalhice. Convence-te disso.