Hoje é péssimo dia para arranjar tempo, mas não quero deixar de dizer que o Observador e seus apaniguados estão agora a fazer com Rangel o papel que o Diário de Notícias fez há pouco mais de uma década com Passos Coelho: tentar depor a actual liderança nos jornais e redes sociais. Mais do mesmo.
Isto de termos jornalistas e comentadores a fazer de colégio eleitoral para ungir os futuros líderes políticos do país não me oferece a menor confiança. As escolhas de jornalistas e comentadores auto-investidos de poderes que os cidadãos não lhes reconhecem ou não deviam reconhecer são totalmente arbitrárias, baseadas nas amizades e apreciações de gosto, raramente ditadas pela aliança competência/carácter.
A lavagem cerebral na comunicação social - jornais e televisões - e redes sociais prossegue, os portugueses seguem de engodo em engodo guiados pelos ilustres intelectuais da treta.
Destruir e minar com ardil é facílimo, já construir exige trabalho e empenho.