
Imagem daqui.
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Com o Justo Chermont a percorrer o rio Madeira ladeado pelas raízes entrelaçadas nas águas da Amazónia em pano de fundo, ponho-me a pensar quantos entendem aquele estender de prato resignado após a desconsideração. Em sentido figurado (?), conheço a sensação.



A Selva, de Ferreira de Castro.