Mais um hábito incutido pela minha mãe desde cedo: visitar galerias e museus. Por essa razão, a Rua de Miguel Bombarda é muito dos meus conhecimentos. Com a mãe, amigos ou sozinha muitas vezes a calcorreei e tantas vezes me apaixonei por telas expostas nas várias galerias que vão salpicando alguns prédios da rua.
Hoje, dia de reabertura do Mercado do Bolhão, justamente promovida pela comunicação social (não pode senão festejar-se o facto), recordo esta rua onde é raro ver turistas, todos aglomerados na Lello e no Majestic ou noutros locais despersonalizados da cidade ao serem transformados em produtos de merchandise.
Deixo em imagens um pouco do que vi ontem à tarde.
(Agora ao rever o post, para tentar que não passem gralhas nas poucas palavras, apeteceu-me um cigarro.)





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