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25/07/2024

Prognoitário abreviado

Mais daqui a pouco vou levantar o portátil à loja de informática do centro comercial próximo onde o deixei a arranjar de manhã. Depois de jantar o franguito com arroz de cenoura que comprei à hora do almoço (com um pouco de falta de originalidade e correndo o risco de ficarmos de olhos em bico estamos em maré da arroz por estes dias; três jantares seguidos: anteontem arroz de tomate e esparregado de espinafres com panados de concentrado de peixe, vulgo, iglos, ontem arroz branco com ervilhas e cenoura e língua de vaca estufada e hoje arroz de cenoura com frango assado), tenciono fazer compras de supermercado online (começa a haver falhas, ainda há pouco ligou o Nuno a dizer que não esquecesse os snacks do gato), desafiar o pianista para uma conversa acerca do que ele quiser e reduzi-la a escrito para a rubrica de Sábado, ir à farmácia (deixo para hora tardia da noite na tentativa de não ter filas), ler no máximo duas páginas (a última vez que abri um livro foi na segunda, ou terá sido terça?, já não sei, mas na realidade não o abri só, li-o integralmente, tratava-se de poesia; quanto ao livro Duracell no activo está pousado desde o fim-de-semana) e se sobrar genica, escrever mais um postal. Pronto, noitário pronosticado.