Acordar cedo. Fazer cera e carregar a bateria de mimo do gato – enquanto ele vai devolvendo bastante ternura, porque isto dos bichos é muito toma lá, dá cá, tens o que dás. Bom, mas o importante é que as pilhas do conforto, da segurança de ser gostado sejam preenchidas para a ausência. E ele ronrona, ronrona. Delícia.
Por muito que os ganapos(as) dos 8 ou 80 zurzam por aí fel e quezília como modo de auto-gratificação ou com vista às audiências, esta é a vida que me importa, sem outra atenção que não a da tranquila vida caseira.