O final do mês está a aproximar-se e acabei por não escrever nada sobre programas eleitorais. Li quatro e suponho não terei paciência para ler os restantes, pelo que a ideia do tal postal fica em águas de bacalhau. No entanto, deixo lá atrás a entrada com os nove programas para quem tiver paciência ou para mais tarde recordar.
Desde ontem ao final da tarde o que mais tenho feito é dormir atenta a forte fadiga. A ver vamos se a partir de amanhã arrebito e volto à genica habitual para pelo menos me dedicar à Filosofia. Já vou com atraso. Por agora pouca ou nenhuma vontade de ler ou sequer mexer uma palha, apesar de lá ir fazendo alguma coisa. É o que dá ter dias e luas - e fraqueza.
O Ritz dá-me cabo do juízo com a fruta. Uma vez que gosto de a ter ao ar e nunca guardada no frigorífico, o terrorista tem-na à pata de semear delirando fazer dela brinquedo. E lá tenho que andar à cata das peças de fruta pela casa fora. Está a precisar de uma boa palmada (com a árvore de Natal resultou).
Por falar em fruta hoje experimentei colocar no microondas uma de pêra cortada em pedaços numa tigela com um pouquito de água para cozer. Resultou muito bem: estava óptima. Amanhã vou experimentar maçã assada também no microondas. É a forma de engendrar uns petiscos para conseguir comer qualquer coisa que não me faça mal.