
Ao fim de uns dias de preguiça, ontem foi tempo de fazer uma leitura superficial sobre as barbaridades de Mao Tsé-Tung (um homem que odiava pardais nunca poderia dar certo) e as atrocidades sanguinárias de Pol Pot. E noutras bandas, sobre a invasão da Baía dos Porcos e a crise dos mísseis.
Além de três textos do Um Universo num Grão de Areia. Mia Couto lê-se bem. Tem uma escrita límpida. Neste caso o registo de oralidade (que me atrai) é ainda maior, por se tratar de comunicações. Mas não sinto que me espicace nem me estimule. Leio porque África me interessa, mas continuo a preferir José Eduardo Agualusa.