Pesquisar neste blogue

28/05/2020

Propostas do PSD

papiro.jpg


Lidas aqui.


«O PSD pede ainda que haja “maior celeridade no pagamento dos subsídios sociais” e no “reembolso do IRS”. Além disso, nas medidas estruturais, o PSD defende uma revisão da lei do voluntariado, a melhor da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados ou a “universalização das creches e jardins de infância” e ainda de promoção do teletrabalho


Certo.


*


«O vice-presidente da bancada parlamentar do PSD, Adão Silva, apresenta agora outras propostas. O PSD defende que o “layoff simplificado deve ser prorrogado até ao final do ano de 2020 para as entidades empregadoras cujos setores de atividade tenham de permanecer encerrados por determinação legislativa ou administrativa” e para as entidades que tenham a “sua atividade altamente reduzida em consequência da pandemia de Covid-19.»


«Rui Rio diz que o layoff “tem de ser adaptado às circunstâncias” e que “as atividades como os grandes festivais ou os carrinhos de choque, que estão fechados, têm de continuar a ser apoiados”.»


Devem ser apoiados, mas não com o lay-off. Cada coisa no seu lugar. A eterna tendência para as soluções em cima do joelho e para tratar como igual aquilo que não é igual, que mina o desenvolvimento do País.


*


«O partido propõe ainda que seja alargada a “base de beneficiários da tarifa social da energia por forma a abranger as famílias com dependentes a cargo, incluindo as famílias monoparentais cujos rendimentos familiares sejam iguais ou inferiores” ao rendimento mínimo.»


Tretas por medo de assumir a vergonha nacional que é o preço da energia e fazer frente aos interesses das empresas do sector energético. Não é com caridade que se enfrentam e resolvem os problemas de fundo do País.