
Uns caem num fosso sem fim à vista. Outros começam às apalpadelas a reestabelecer o rame-rame de sempre. Conta-se a anedota financeira do querido oásis do nosso coração. Condicente com bons hábitos de poupança. Não falta o momento de vidência para entreter, do qual devemos reter para memória futura: «Em consequência, prevê-se um aumento do défice público agregado da área do euro e da UE, que deverá passar de apenas 0,6 % do PIB em 2019 para cerca de 8,5% em 2020, antes de diminuir para aproximadamente 3,5% em 2021.»