As banalidades de sempre. O género habitual de fotografias publicadas nos últimos anos neste blog. Mostruário da vida doméstica simples. Uma sensaboria. Sem a animação de vida social intensa, plena de enredo e intriga fúteis arvorados em sofisticação e elegância, e sem o excite da presunção intelectual das múltiplas referências e amiguismo inerente. Sem a glória de esforçados protagonistas. Uma maçada. Sofro tanto.
Para dizer a verdade estou farta destas minhas alfinetadas de grilo falante até porque algumas já surtiram efeito e perdem sentido. O bolor da aparência que tanto critico acaba por contaminar de bafio este blog. A ver vamos se aprendo a mudar de registo e começo a entreter-me com letras mais úteis e que me dêem mais prazer. Por agora ficam as imagens comezinhas sem pose produzida nem artifício de vidas encenadas.
Boa sexta-feira.

A pensar como resolver problemas de acessibilidade no computador.

As obras numa casa desejada sem que saiba se vai ser posta à venda.

Problemas do computador resolvidos.

Ritz à hora do telejornal.

Uma raridade; um autocarro vazio só para mim.

Auxílio para as dúvidas que surgem à hora da refeição.

Almoço.

Jantar. Mais olhos do que barriga.

Tarot; um vício recente.

Nuno e Ritz à hora do telejornal.

Os livros no activo.