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29/03/2025

Actualidade

(corrigido) Intencionava reunir as notícias lidas nos últimos dias no Jornal de Notícias. Especialmente as que respeitam à Ucrânia e à Rússia e a todas as convulsões pelo mundo fora, incluindo os perigosos destrambelhamentos imperialistas de Trump. Mas não me sobra tempo nem ânimo – isto agarra-se à pele e consome a disposição. Relativamente à nação queria ter citado as notícias relativas aos bancos, às comissões bancárias e assuntos imobiliários. Nada que não tenha sido já apresentado nos jornais televisivos para indiferença geral. A ideia era só ficar registado.


Estamos quase em eleições e mais uma vez faz-se novela partidária e fulanização e não se fala com seriedade dos indicadores sociais e económicos do país. Está tudo um mar de rosas;  a dívida pública quase se dissipou. Obra dos presentes governantes, só pode. Possuem o toque de Midas. As corporações foram satisfeitas – em parte; nunca se satisfazem – pelo que o país é um oásis. Os chorudos salários e reformas da maior parte da população reflectem o fulgor da economia portuguesa. A cada dia se anunciam investimentos públicos astronómicos. O índice de pobreza é residual. Todos têm possibilidade de aceder a uma habitação condigna. Criou-se uma sociedade sem desníveis sociais – tudo fruto das medidas para apoiar as empresas e os jovens. Todos estão agradecidos por este milagre.


Ainda há pouco mais de um ano, o país era pobre e com grandes desigualdades e assimetrias, os serviços públicos não funcionavam e os governantes eram corruptos. Ainda bem que agora tudo é diferente.


Ai, é mesmo bom viver num país tão justo e bonito. Como é que dizem as bruxas  e os gurus das frases-feitas? Gratidão. Devemos estar gratos pela sorte que temos.


 


Nota: este Sábado não haverá diário, terei um dia muito ocupado (M. e compras de manhã, visita a casa no fim da manhã, mãe e arrumos à tarde, jantar com amigo R. à noite cá em casa). Talvez Domingo.