Jornal de Notícias
“Agi hoje para anular os contratos onerosos e desnecessários da US Agency for Global Media com as agências de notícias, entre os quais contratos de dezenas de milhões de dólares com Associated Press, Reuters e a Agence France-Presse”, escreveu Lake. “Nós próprios devemos produzir a informação. E se não for possível, o contribuinte norte-americano deve saber porquê”, acrescentou.
Entretanto, Elon Musk, a quem Trump confiou uma missão de cortar nas despesas públicas, defendeu o “encerramento” da Voice of America e da Radio Free Europe, que considera inúteis, pouco escutados e caros.
O senador de Nova Iorque disse que, por muito mau que seja o projeto de lei do Partido Republicano, uma paralisação [shutdown] seria pior, dando ao presidente Donald Trump e ao multimilionário Elon Musk "carta branca" enquanto destroem o governo.
A posição de Schumer aponta para uma resolução de um diferendo que durou dias. Os democratas do Senado montaram um protesto de última hora sobre o pacote, que já foi aprovado pela Câmara dos Representantes (câmara baixa).
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Trump argumentou que uma paralisação da administração poderia "levar a impostos muito elevados", porque impediria a aprovação do projeto de reforma fiscal apoiado pelos republicanos.
“Esta notícia não pode ser considerada boa, antes pelo contrário. O nosso principal mercado exportador, se incluirmos o vinho do Porto, é os EUA. Se retirarmos o vinho do Porto, os EUA ficam em segundo lugar e em primeiro o Brasil. [Estas tarifas] têm um impacto direto e brutal nas nossas exportações, que se vai refletir nos países concorrentes europeus, o que significa menor competitividade comercial e interna”, afirmou o presidente da Companhia das Lezírias, Eduardo Oliveira e Sousa, em declarações à Lusa.