Além de intriga internacional digna de romance de espionagem de Jeffrey Archer, cujo único pormenor a contar é a parte em que uma vez dominados os malfeitores por pessoa muito próxima, a mim competiu guardar a arma. E o meu cuidado de enrolar a mão em película aderente antes de pegar na pistola e escondê-la debaixo do colchão. Depois disso a visão de um tapete que conheço há muitos anos onde corriam alegres e brincalhões vários cachorritos pequenos de pêlo de cores diferentes, aos quais fazia festinhas bem-disposta. Nada que noutros tempos não tenha ocorrido amiúde no real.