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18/05/2024

Lido

No Jornal de Notícias:


 










Da Europa chegam-nos imagens de portos repletos de carros elétricos chineses, alguns aparcados há mais de um ano, numa invasão anunciada, mas que parece estar a ser mais lenta que o previsto. Em Portugal, a investida chinesa arrancou mais tarde e, neste momento, há apenas quatro marcas de ligeiros de passageiros (BYD, MG, Aiways e Maxus), a que se somam mais 24 nos segmentos dos pesados (mercadorias e passageiros) e dos motociclos. No entanto, anuncia-se a entrada no nosso país, até ao próximo ano, de sete novas marcas, seis chinesas e uma sul-coreana.





Das 18 mil novas camas previstas até 2026 para reforçar a oferta de alojamento estudantil, apenas estão concluídas 6% do total. Com a maioria daquela oferta (42%) em fase de adjudicação da empreitada e 30% em construção. Para a semana, o Conselho de Ministros será dedicado à Juventude. Aguardando-se a aprovação do anunciado programa de emergência para os estudantes deslocados. Que poderá passar pela renovação dos protocolos já existentes com as pousadas da juventude. 



Dados da execução do Plano Nacional para o Alojamento Estudantil (PNAES) atualizados a 14 de maio, e consultados pelo JN, contabilizam 11 projetos concluídos, num total de 1114 camas (ver infografia). Em adjudicação de empreitada estão 7677 camas e em construção 5356. 







No horizonte a 2026, o PNAES, recorde-se, prevê a construção de 18 103 camas, entre novas e requalificadas, num investimento de 446 milhões de euros financiado pelo Programa de Recuperação e Resiliência (PRR). Atualmente, a cobertura fica-se pelos 14% para um universo estimado de 120 mil estudantes deslocados no Ensino Superior, representando mais de um terço do total.









Na cidade medieval belga de Bruges, a administração urbana estava à procura de uma nova casa e decidiu mudar-se para um antigo hospital em vez de construir um edifício.


O projeto inspira-se na iniciativa da Nova Bauhaus Europeia (NEB) para tornar a vida quotidiana na Europa mais sustentável, inclusiva e atraente.


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Muito mais a sul, na costa do Adriático, Rimini está a utilizar soluções baseadas na natureza para combater o stress climático, criando dois parques: o Parco del Mare, à beira-mar, e o Parco Marecchia, à beira-rio. O objetivo é renaturalizar um território fortemente urbanizado.


Em frente ao mar, a cidade suprimiu uma estrada para criar uma zona verde para peões com uma grande variedade de plantas e árvores. A vegetação inclui a planta Lippia nodiflora, que necessita de relativamente pouca água, e árvores como o pinheiro-manso e o carvalho-verde, que toleram a presença do sal. A disposição das árvores maximiza a sombra e o parque atua como uma barreira contra as inundações costeiras.


Parte deste parque à beira-mar, que deverá estar concluído em junho deste ano, destina-se a construir um sistema sustentável de drenagem de águas pluviais para a cidade. Em vez de ser canalizado para uma rede de esgotos, o sistema de drenagem do parque alimentará o solo subterrâneo utilizando materiais permeáveis, evitando o transbordo de águas residuais para o mar.


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Um século depois de ter surgido na Alemanha, a escola de arte, arquitetura e design Bauhaus está a renascer na Europa, numa tentativa de melhorar a vida urbana. O New European Bauhaus (NEB) tem como objetivo ajudar as cidades de toda a UE a tornarem-se menos poluentes e mais atrativas através de projetos artísticos, culturais e tecnológicos que abrangem muitos milhões de habitantes.





Novo álbum da cantora de 22 anos, “Hit me hard and soft”, já é visto pelos fãs como o seu melhor de sempre. Já está disponível nas plataformas de streaming.