O mundo não presta. Se prestasse podíamos lavar as ideias no chuveiro todas as manhãs. Afinal se o maior grau de dificuldade pela manhã é lavar as costas, como querem que o mundo evolua? Há que elevar a fasquia. Se pudéssemos abrir a tampa da mioleira tirar para fora os neurónios bolorentos, ensaboá-los com um champô comprado no supermercado especial para ideias confusas e encardidas, enxaguar, esfregar e no fim pendurá-los no estendal a apanhar sol uns minutos, o mundo seria muito mais radioso.
Lavar as ideias é a minha proposta de revolução.
Bom dia. Boa semana.