Em tempos de Inteligência Artificial exercitar o músculo da vontade é o desafio, driblando as imagens, palavras e sons artificiais. Fotografias com reais manchas na cara e mãos em vez de corpos encerados no Madame Tussauds, textos com palavras desejadas e precisas em vez de previsíveis e mimetizadas sem consciência, sons com respiração e unhas em vez de samples.
Já para não falar de ideias.