Para além do infortúnio de viver o tempo em que surge uma nova causa de morte, lado a lado com tantas outras que geraram a total indiferença da população, dos políticos e das elites com voz, o sentimento de muitos é mais de expectativa do que de medo. No fundo, um pouco alheados dos efeitos económicos da paralisação, esperamos que os governos dêem ordem de isolamento para assim arranjarmos tempo para o mais importante. Por mim, aguardo o dia com esperança de conseguir agarrar na história da Quinta - parada há muitos meses -, com unhas e dentes.
Fica patente o quão importante é o tempo nas nossas vidas.