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Acabei de ver a entrevista na TVI de jornalistas (que respeito) mal preparados a um primeiro-ministro genericamente bem preparado.
Há uma diferença entre informar e preparar os cidadãos para o pior e anunciar de forma atabalhoada os terrores do Apocalipse, quando todos sabemos que a tragédia está à porta; mais difícil é lidar com ela mantendo o sangue-frio e o discernimento.