




Enquanto tirava fotografias às flores da varanda - camélia, jasmim, oliveira e rosa - a pega e o melro residentes no jardim do vizinho bulhavam a disputar território, barulhentos. Ao Sábado de manhã como de costume a tranquilidade impera apesar de estarmos no centro da cidade. O ruído é da bicharada cortado pelos aviões ou um carro mais barulhento. De resto, paz.
As cartas de tarot do dia saíram suaves. Tudo indica venha a pôr-se um dia bom. Cá dentro cumplicidade e riso com patetices sãs - o gozo com a trapalhice do "para ti saiu o king of coiso", nada como saber falar - e o gato feliz na varanda.
Bom dia.
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A terminar o início da manhã desci à padaria e trouxe pão quente para comermos com triângulos de queijo e fiambre. Aberto à mão, à trouxe-mouxe. Mais um luxo simples, sem ondas nem bruaás. Antecedido do arranjo rápido da casa.
São 9h50. Tudo pronto para a chegada do M.