
Escusam de continuar a esticar o dedo mindinho e pôr ar enjoadinho de quem olha sobranceiramente do cimo do pedestal para o eleitorado terraplanista norte-americano. É melhor começarem a preocupar-se com a torpe cultura das audiências nacionais (e europeias). Basta o sopro troglodita, a leve aragem reacionária, das redes de influência da comunicação social e das redes sociais para os lúcidos e inteligentes portugueses do velho país europeu aderirem em massa. Clap, Clap, Clap aos grandes influentes da nação. Aos vencedores, aos destacados das televisões e plataformas online. Parabéns. Conseguiram. Venceram. A minha vénia pelo brilhantismo na arte da manipulação e distorção dos factos. A dissimulação é rainha e o ar compungido com que André Ventura discursa define o estado da nação.
Parece ressabiamento? Parece exagero? Não é. É clareza.