Imagem tirada do Google.
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Chegou a ansiada sexta-feira que costuma antever descanso. Nem por isso. Sábado vou a Almada. Domingo como de costume regresso. Segue-se, espero, uma semana banal de trabalho, com as idas e vindas a calcorrear as ruas desta cidade postal, a estar e falar com as pessoas do costume às quais sempre se junta uma ou outra novidade, a usar a mesma máquina de café da empresa, a sentar no gabinete com privilégio da bonita paisagem, a relaxar à noite na cumplicidade caseira. No final da próxima semana poderei descansar e preparar-me para uns dias na Turquia. Quando voltada da Capadócia, depois de espreitadas Ankara (sim, Ancara para os precisosos) e Istambul, darei por terminadas as pequenas alterações no rame-rame feitas nos últimos dois anos, que tanta falta me fizeram durante uma temporada atípica. Todavia, agora tudo quanto preciso é voltar a serenar e ganhar tempo para o mais importante. Até porque tudo está em aberto em termos profissionais e o que é preciso é ter calma. Ao menos julgo não correr o risco do desemprego, o que não é nada mau. A vida pessoal precisa da entrega e dedicação diluídas nos últimos anos.
Tudo a voltar aos eixos. Até ver.
E todos estes ires e vires sensaborões podem continuar a desenrrolar-se nas Comezinhas em diário aberto à vista de quem passa. Ou não, pode ser o fim de um ciclo. E o esboço de outro ainda por descobrir. Até porque começa a surgir muita vontade de romper. Tudo é normal. Tudo como é costume. Uma vida banal como outra qualquer. Desde pequenita sempre com vontade de levar a trouxa ao ombro. A vida sempre em aberto.