Custou-me acordar hoje, como antigamente. Agarrada a um cansaço ancestral. Tudo porque passei mais uma noite nas minhas deambulações. De madrugada em leituras esotéricas com um aprofundar que ainda não acontecera, ou já calhara e não me lembrava – o mais provável. Ainda ontem à tarde pensava que devia voltar a deixar de dar atenção a estes temas e focar na vida mais terrena e prosaica, mas que lhe fazer?, se sou sempre impelida para eles e me dão prazer?
Passei no hospital para ver o meu pai, a boa-disposição reina apesar das dores. A cirurgia para colocação de prótese total será amanhã. Ao regressar dormi mais um pouco por puro deleite. Fui ao supermercado em cinco minutos. O Nuno toca piano e daqui a mais um pouco vou ligar a fritadeira de ar quente para fazer as coxas de frango e o resto das batatas.
O post de amanhã continua por escrever. Espero conseguir depois do jantar. E este é o exercício de escrita de hoje.