Rapidamente a meio das tarefas na empresa passo por aqui para contar uma conversa matinal. Já se sabe que sou língua de pescada: não reservo tudo quanto era suposto e antigamente tanto prezava perservar.
Então vamos lá a um daqueles relatos: e depois ele disse, e depois eu disse.
Ainda sobre o Kokoroko. Esta manhã dei a ouvir ao Nuno, que me disse logo: mas isso é mesmo afrobeat. Comentei: soa a jazz. O sopro é todo jazz. Respondeu-me: o improviso é jazz, mas a estrutura, o ritmo é africano. Batida africana. Ao que ripostei: também o jazz negro norte-americano. E diz ele: esse é mais choro, mais queixume. A batida africana é mais alegria.
Como direi?, 2 a 1, ganha o Nuno, que por acaso desde ontem anda em dia não, por andar esquecido do valor que tem. Vai daí, vou ligar-lhe dentro de instantes para ele vir ler este post.
Nota: uma das músicas dos Kokoroko fez-me lembrar a Take Five, nisso concordámos à primeira.