Maçã, maçãs. Maçã, maçãs. Não vou escrever dez vezes para não gerar comentários solidários. Mas lá está, estas coisas irritam-me. Só agora me apercebi que tinha escrito maçã, o fruto, sem til. Mais, lembrei-me que tinha um post de 2020 com esse erro e às tantas andam mais por aí - vou fazer a pesquisa e corrigir assim que publicar este. É o que dá escrever ao sabor dos apetites, não deixar a marinar os postais durante dias para corrigi-los com tempo antes de dar o enter. A questão é: demoraria a vida inteira na correcção prévia e não chegaria a publicar nada do que escrevo. E, convenhamos, já não vou para nova. Aos vinte anos faria sentido, ao aproximar-me dos 50 já me posso dar ao luxo de dar erros sem disfarçar que são gralhas nem me sentir menorizada.
A despropósito, acho muita piada àquelas pessoas que gostam de dizer a outras que têm de ser pacientes - em muitos casos os grandes conselheiros, a quem quase tudo resulta, tudo sabem e em tudo são peremptórios não têm a menor consciência de que se pode morrer aos poucos de tanta paciência - virtude que muito prezo. Ou melhor, até terão essa consciência, mas preferem mesmo viver da aparência da mestria.
Já fiz a pesquisa e para lá da repetição constante do erro ao longo dos três anos de blogue, tinha-o logo no primeiro capítulo da Ana Paula. Brilhante.