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26/08/2022

Agenda

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Desde há semanas tenho vindo a pensar escrever sobre emigrantes e gente que viveu nas ex-colónias. Deixo o tema em agenda, mas sempre vou dizendo que pretendo aflorar o preconceito com que uns e outros foram ou são mimados. A noção básica que muitas das críticas têm tanto a ver com ressentimentos e frustrações de quem maldiz quanto com as pechas que eventualmente sofram os primeiros.


Outro tema para ficar em agenda é uma vez mais o dos dissimulados. Há 22 levei com uma história absurda de um tipo com perfil falso. Passado todo este tempo, ainda não me pediu desculpa de modo identificado e directo e acha-se no direito de continuar a atazanar a partir de perfis falsos, mantendo a pose digna quando assina o nome verdadeiro. Não me chegava esta abécula e percebo, agora, que outro também gosta de dar ar respeitável quando identificado, mas de tretas palermas de modo encapotado. Claro que dirão que isto são boatos e é evidente que esta gentalha ficará impune. Quem sai mal na fotografia serei eu, que dou ar de tonta com a mania da perseguição, mas pouco me rala que a verdade não seja visível aos outros. Conheço-a. Nesta choça onde vivemos ser pulha é requisito para ter sucesso. Isto só me serve a mim, para que saibam como os tenho na conta de vermes. O post servirá para colocar o ponto final que há muito me aconselham pessoas lúcidas.


Por último, ao voltar destas pequenas férias do blogue vou tentar as tais pinceladas (muito fraquinhas, já se sabe) sobre alguns países da Europa. Isto é, vou tentar regressar ao Espanador. Vamos ver se consigo.


Deixo-vos com Esperanza Spalding no Carnegie Hall. Até já.