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01/04/2025

Lido

Jornal de Notícias


 




A Polónia entregou um analista político às autoridades ucranianas, que o acusam de ser um propagandista do Kremlin e de organizar manifestações em países da União Europeia, a pedido de Moscovo, contra o apoio ocidental a Kiev.


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As autoridades polacas alertam que o seu país é alvo de espionagem e de ataques de guerra híbrida de Moscovo, que se tornaram mais graves desde a invasão russa da vizinha Ucrânia, em fevereiro de 2022.


A Agência de Segurança Interna deteve 44 pessoas por suspeita de espionagem ou sabotagem na Polónia para a Rússia ou Bielorrússia, país aliado de Moscovo, desde o início da guerra.


 



O presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, considerou esta terça-feira que a União Europeia deve ter "uma defesa própria", com Portugal e Espanha no "núcleo duro", admitindo que alguns Estados-membros queiram ficar de fora desse projeto.



O Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) alerta para a existência de uma representação de uma organização extremista internacional em Portugal, classificada em vários países como organização terrorista.


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No contexto das organizações extremistas, Portugal continua a ter os tradicionais movimentos "skinheads", de supremacia branca e caráter neonazi, que não são, no entanto, tão apelativas para os jovens como os novos movimentos nacionalistas de extrema-direita que surgem através das redes sociais.




Estes novos movimentos que têm uma forte presença nas redes sociais surgem com líderes carismáticos, que o RASI descreve como verdadeiros ‘influencers’, e que têm como bandeiras as teorias da islamização da Europa e a alegada insegurança provocada pela imigração.

 









O primeiro-ministro britânico anunciou na segunda-feira um encontro, nos próximos dias, entre os comandantes militares do seu país, França, e Ucrânia, para avançar com os planos de envio de uma força para supervisionar um possível cessar-fogo com Moscovo.









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A força será assegurada por “vários países europeus”, disse Macron, citado pela agência francesa AFP, sem especificar que países poderão participar.




Segundo Macron, não se trata de uma força de manutenção de paz, nem de forças presentes nas linhas da frente, nem forças que substituam o exército ucraniano.



Trata-se de forças que “subscreverão um apoio a longo prazo e que funcionarão como dissuasoras de uma potencial agressão russa”, afirmou.




O presidente francês disse que esperava o apoio dos Estados Unidos para o envio de uma força europeia, mas que também se quer preparar para um cenário sem Washington.







 



A líder da extrema-direita francesa, Marine Le Pen, e a União Nacional (RN) lançaram esta terça-feira uma violenta contraofensiva política e judicial, denunciando a “tirania dos juízes” e uma manobra do “sistema” para a impedir de aceder ao poder.


A contraofensiva surge na sequência da decisão do Tribunal Penal de Paris que, na segunda-feira, a declarou impedida de exercer cargos públicos, e por isso impossibilitada de concorrer às próximas eleições presidenciais, previstas para 2027, nas quais era favorita.




Perante os ataques da extrema-direita, incluindo os feitos pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, um dos juízes mais antigos de França defendeu a condenação, afirmando que “não se trata de uma decisão política, mas sim de uma decisão judicial, proferida por três juízes independentes e imparciais”.



 



Uma coligação de procuradores-gerais estaduais processou esta terça-feira a administração do presidente norte-americano, Donald Trump, pela decisão de cortar o financiamento para iniciativas relacionadas com a covid-19 e a vários projetos de saúde pública em todo o país.



Desde o regresso de Trump à Casa Branca, as grandes universidades dos EUA estão sob ataque do governo, pelas várias iniciativas estudantis contra a guerra promovida por Israel nos Territórios Palestinianos Ocupados.


 



O senador democrata de Nova Jersey, Cory Booker, proferiu esta terça-feira um discurso de 12 horas, no Senado dos Estados Unidos, contra a agenda do presidente norte-americano, Donald Trump.


No discurso, Booker alertou para a gravidade dos tempos que os Estados Unidos atravessam: "Estes não são tempos normais na nossa nação".




 



"E não devem ser tratados como tal no Senado dos Estados Unidos. As ameaças à democracia e ao povo americano são urgentes, e todos devemos fazer mais para nos posicionarmos contra elas", apontou.


 



As Forças Armadas chinesas anunciaram hoje novas manobras em torno de Taiwan, envolvendo unidades do exército, marinha, aviação e força de foguetões, “num aviso sério às forças separatistas que procuram a independência da ilha”.


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Os exercícios foram realizados depois de o líder de Taiwan, William Lai Ching-te, considerado um “independentista” e um “desordeiro” pelo Governo chinês, ter apelidado a China de “força externa hostil” e anunciado iniciativas para travar as operações de “infiltração” de Pequim na ilha. Num dos seus discursos mais duros contra a China, William Lai anunciou 17 medidas, incluindo a restauração de tribunais militares e uma análise rigorosa das visitas de cidadãos chineses a Taiwan.


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A China advertiu, ainda, que os esforços para promover a independência de Taiwan vão resultar em guerra. “A independência de Taiwan significa guerra e a promoção da independência de Taiwan significa empurrar o povo de Taiwan para uma situação perigosa de conflito armado”, declarou Zhu Fenglian, a porta-voz do Gabinete para os Assuntos de Taiwan - responsável pelas políticas do Partido Comunista Chinês em relação a Taiwan.



Taiwan é governada de forma autónoma desde 1949 e possui o seu próprio exército e um sistema político, económico e social, diferente do da República Popular da China, mas Pequim considera Taiwan uma “parte inalienável” do seu território.


A China intensificou nos últimos anos a pressão sobre o território, organizando com frequência exercícios militares de grande envergadura que simulam um bloqueio marítimo e aéreo da ilha.