Lá vai mais qualquer coisa escrita muito à pressa no fim do almoço antes de pôr os pés a caminho da tarde de trabalho. A propósito daquelas frases fofo-ladainhas de gratidão e de beleza de sentimentos de identidade, de Portugalidade. Acordei de manhã com ao música Saudade dos Trovante na cabeça. Brincava no chuveiro a tentar fazer variantes que já não recordo bem a esta hora. Mas seria qualquer coisa como isto: há sempre alguém que nos diz desiste, há sempre alguém que nos faz pensar um pouco, há sempre alguém que desenha e inveja, ahhhh Saudade.
Tão portuguesa Saudade a que devemos ser devotos e agradecidos. Não é?
Cada vez mais desagradável, parece impossível.