Jornal de Notícias
- últimos dois dias -
A Casa Branca anunciou novas regras para a comunicação social, passando a decidir que jornalistas podem fazer perguntas ao presidente norte-americano, Donald Trump, tarefa que até agora cabia exclusivamente à Associação de Correspondentes da Casa Branca (WHCA).
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, anunciou em conferência de imprensa que, a partir de agora, será o executivo a selecionar os membros do pequeno grupo de jornalistas, fotógrafos e operadores de câmara que acompanham os presidentes dos Estados nos seus eventos e transmitem a informação a milhares de outros jornalistas interessados.
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Donald Trump retirou a exigência de 500 mil milhões de dólares em recompensa por ter apoiado Kiev e a Ucrânia aceitou, esta terça-feira, o acordo pelos recursos minerais do país. Nação invadida pela Rússia recebe em troca promessa de segurança, mas sem pormenores.
O impasse entre Washington e Kiev pelos recursos naturais da Ucrânia foi resolvido, com os Estados Unidos a abandonarem a exigência de serem recompensados em 500 mil milhões de dólares pelos anos de apoio ao país. A luz verde ucraniana ocorre enquanto rumores, todavia desmentidos por Bruxelas, de que a Europa apresentara uma proposta alternativa pelos minerais do país.
Num dos rascunhos feitos pelos EUA estava escrito que os norte-americanos teriam direito a explorar 500 mil milhões de dólares (475 mil milhões de euros) em recursos minerais ucranianos. Uma fonte de Kiev, ouvida pela agência France-Presse (AFP), relatou que a Administração Trump retirou tal exigência.
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As ações da Tesla, fabricante de veículos elétricos, baixaram, esta terça-feira, mais de 7% na bolsa de Nova Iorque, depois de ter sido anunciado que as vendas na Europa da marca fundada por Elon Musk caíram para metade.
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O presidente russo, Vladimir Putin, mostrou-se favorável à participação dos europeus na resolução do conflito na Ucrânia e a investimento norte-americano para explorar minerais estratégicos nos territórios ucranianos ocupados pelo exército russo.
Estamos prontos para atrair parceiros estrangeiros paraos nossos novos territórios históricos que foram devolvidos à Rússia. Há aqui certas reservas. Estamos prontos para trabalhar com os nossos parceiros, incluindo os americanos, nas novas regiões", disse Putin numa entrevista televisiva.
Empresas russas e norte-americanas estão "em contacto"para projetos económicos conjuntos, adiantou.
A entrevista a Putin foi divulgada no dia em que se assinalaram três anos sobre o início da invasão russa e enquanto decorrem contactos diretos entre Washington e Moscovo sobre um acordo de paz na Ucrânia, excluindo o bloco europeu e Kiev.
O presidente russo afirmou que os europeus "podem participar" na resolução do conflito na Ucrânia. "Os europeus, mas também outros países, têm o direito e a oportunidade de participar. E nós respeitamos isso", disse Putin na entrevista.
Também Trump disse acreditar que Putin aceitaria forças de paz europeias na Ucrânia como parte de um possível acordo para pôr fim à guerra, indicando ter feito essa pergunta diretamente a Putin.
Trump recebeu esta segunda-feira na Casa Branca o homólogo francês Emmanuel Macron, que na semana passada reagiu ao anúncio de contactos unilaterais diretos entre Washington e Moscovo sobre a Ucrânia convocando uma cimeira de líderes europeus.
Em relação ao presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, que recebeu líderes europeus em Kiev, o presidente russo sustentou que está a tornar-se uma "figura tóxica" na Ucrânia. "O facto é que o líder, o atual líder do regime de Kiev, está a tornar-se uma figura tóxica", disse Putin numa entrevista televisiva, acusando Zelensky de "dar ordens ridículas" ao seu exército e de ser "um fator na decomposição do exército, da sociedade e do Estado".
Na mesma entrevista, Putin considerou "uma boa ideia" a proposta de Donald Trump de que aRússia, os Estados Unidos e a Chinareduzam os seus gastos militares para metade. "Poderíamos fazer um acordo com os Estados Unidos: os Estados Unidos cortariam 50% e nós cortaríamos 50%.
A China juntar-se-ia então a nós se quisesse. Pensamos que esta é uma boa proposta e estamos abertos a discussões sobre ela", disse Putin na entrevista televisiva.
Horas antes, os Estados Unidos votaram ao lado da Rússia e de aliados deste país como a Bielorrússia, contra uma resolução não vinculativa da Assembleia-Geral das Nações Unidas (ONU) exigindo o fim das hostilidades na Ucrânia e que reafirma a soberania, independência, unidade e integridade territorial ucraniana.
A resolução em causa, apresentada pela Ucrânia e pela União Europeia, foi ainda assim aprovada com 93 votos a favor, 18 contra e 65 abstenções.
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The Guardian
- últimas horas -
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Russia has repeatedly said it would hold talks over the war while also insisting on red lines over territory seizures and future security guarantees that Ukraine has found unacceptable.
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Europe needs a defence fund to help it strengthen its security and increase its deterrence capability, Reuters reports German foreign minister Annalena Baerbock has said.
“It would be an important step to relax the EU’s stability and growth pact so member states can continue to increase their national defence spending,” she said in a statement, adding that this alone would not be sufficient for all countries.
“That is why we need a European defence fund that is up to the challenge,” she added.
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Shmyhal said the agreement involves the creation of a joint investment fund, stating that there is a provision in it which it says the US supports Ukraine’s efforts to obtain security guarantees to build lasting peace.
He said he expected Ukraine’s government to authorise the deal today.
US president Donald Trump has said he is expecting Volodymyr Zelenskyy to travel to Washington at the end of the week to sign an agreement. Last week Trump called the Ukrainian leader a “dictator”, leading to a breach in transatlantic relations.
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Europe needs a defence fund to help it strengthen its security and increase its deterrence capability, Reuters reports German foreign minister Annalena Baerbock has said.
“It would be an important step to relax the EU’s stability and growth pact so member states can continue to increase their national defence spending,” she said in a statement, adding that this alone would not be sufficient for all countries.
“That is why we need a European defence fund that is up to the challenge,” she added.
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In a message posted to Telegram, Ukraine’s president Volodymyr Zelenskyy has marked 11 years since Russia moved to occupy and then declare Crimea annexed to the Russian Federation, saying “We do not allow Russia to ‘normalise’ the occupation.”
Zelenskyy said:
Today is the day of courage and honesty of all those who did not turn a blind eye to Russia’s occupation of our Crimea. These days, 11 years ago, Russian aggression against Ukraine began with the illegal, vile seizure of Crimea. But the day of 26 February showed that there would be resistance – resistance from Crimea, resistance from all of Ukraine. This day showed that there are and will be people who will not accept lies and will not surrender their homes. We managed to put the issue of Crimea’s liberation back on the world’s agenda. We do not allow Russia to ‘normalise’ the occupation. We continue to fight for the right to a normal life and guarantees of security and sustainable peace for the whole of Ukraine.