Não é que o meu português escrito e, particularmente, falado – bem atrapalhado - sejam uma especialidade, mas cada dia me encanito mais com o empertiguês. Ao ouvir alguém despejar frases seguidas muito articuladas e sem interrupção num todo aparentemente harmonioso, fico certa de que o orador não está a sentir o que diz, quando não a mentir. Pura representação teatral. E quanto mais palavras em voga ou arrevesadas arremessa, mais certa fico faltar convicção.