
Estamos em negociações. Antes de juntarmos trapinhos disse ao Nuno que se quisesse levar o violino aprendesse a tocá-lo até que fosse para o Porto. O que não aconteceu. Anos volvidos longe do dito, hoje esteve aqui a serrotar.
O acordo do momento é este: se não chover amanhã, irá connosco. Meus ricos ouvidos. Acabou-se o sossego. Deus queira que chova.