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20/12/2021

Leituras de 2021

Deixo aqui a relação das leituras de 2021 de que me lembro. Desta vez foi-me fácil refazer o fio da meada por ter deixado ao longo do ano postais com fotografias de muitas das leituras que ia fazendo.



  • Férias em Paris, de Somerset Maugham;

  • Contos, de Vergílio Ferreira;

  • Doze contos Peregrinos, de Gabriel Garcia Márquez;

  • A Selva, de Ferreira de Castro;

  • Não mais amores, de Javier Marías;

  • Água Viva, de Clarice Lispector;

  • As velas ardem até ao fim, de Sándor Márai;

  • Poesia III, de José Gomes Ferreira, Diabril Editora;

  • Poeta Militante II, de José Gomes Ferreira, Círculo de Leitores;

  • Terra e Cinzas, de Atiq Rahimi;

  • Giz Preto, de Gonçalo Fernandes;

  • Os poemas da minha vida, Escolha de Freitas do Amaral, Público;

  • Filosofia para pessoas com pressa, de Lesley Levene;

  • História da Filosofia, de Julián Marías (consulta demorada e não leitura);

  • As Melhores Crónicas de Amor, de Miguel Esteves Cardoso.


É natural que tenha lido mais uns livritos, sobretudo, contos e poesia. Ou que tenha terminado romances começados no ano anterior. Mas fica o essencial.


Reparo que me poupei muito: nenhum calhamaço para me desgastar a mioleira. Tudo leituras não direi leves - seria um desprimor -, mas pouco volumosas, a condizer com a actual disponibilidade e capacidade de concentração.


Na calha (dois deles há um par de anos e já começados):



  • As Rotas da Seda, Peter Frankopan;

  • Para Sempre, Vergílio Ferreira;

  • Dom Casmurro, Machado de Assis.