Deixo aqui a relação das leituras de 2021 de que me lembro. Desta vez foi-me fácil refazer o fio da meada por ter deixado ao longo do ano postais com fotografias de muitas das leituras que ia fazendo.
- Férias em Paris, de Somerset Maugham;
- Contos, de Vergílio Ferreira;
- Doze contos Peregrinos, de Gabriel Garcia Márquez;
- A Selva, de Ferreira de Castro;
- Não mais amores, de Javier Marías;
- Água Viva, de Clarice Lispector;
- As velas ardem até ao fim, de Sándor Márai;
- Poesia III, de José Gomes Ferreira, Diabril Editora;
- Poeta Militante II, de José Gomes Ferreira, Círculo de Leitores;
- Terra e Cinzas, de Atiq Rahimi;
- Giz Preto, de Gonçalo Fernandes;
- Os poemas da minha vida, Escolha de Freitas do Amaral, Público;
- Filosofia para pessoas com pressa, de Lesley Levene;
- História da Filosofia, de Julián Marías (consulta demorada e não leitura);
- As Melhores Crónicas de Amor, de Miguel Esteves Cardoso.
É natural que tenha lido mais uns livritos, sobretudo, contos e poesia. Ou que tenha terminado romances começados no ano anterior. Mas fica o essencial.
Reparo que me poupei muito: nenhum calhamaço para me desgastar a mioleira. Tudo leituras não direi leves - seria um desprimor -, mas pouco volumosas, a condizer com a actual disponibilidade e capacidade de concentração.
Na calha (dois deles há um par de anos e já começados):
- As Rotas da Seda, Peter Frankopan;
- Para Sempre, Vergílio Ferreira;
- Dom Casmurro, Machado de Assis.